Juscelino entra em pânico político e tenta tomar a CCJ no grito


Em queda livre em Brasília, Juscelino Filho partiu para o tudo ou nada. O deputado pressiona o próprio partido para arrancar a presidência da CCJ, atropelando acordos e expondo um racha interno que escancara seu desgaste. Nos bastidores, a leitura é cruel, é medo de desaparecer do mapa político.

Depois de deixar o Ministério das Comunicações cercado por denúncias e desgaste público, o ex-ministro tenta transformar a comissão mais poderosa da Câmara em palco para reconstruir a própria imagem. A movimentação é vista por colegas como uma manobra de autopreservação, não de liderança.

Dirigentes do União Brasil resistem e tratam a investida como chantagem política disfarçada de articulação. A insistência de Juscelino só reforça o diagnóstico que circula nos corredores,  isolamento, perda de força e desespero.

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