2 de julho de 2018

Festejo Junino de Bequimão reuniu 60 atrações em 12 dias na Praça da Matriz

Superintendente do Sebrae-MA João Martins, Primeira dama Vânia Martins e o Prefeito Zé Martins Criado pelo saudoso Juca Martins em 1966 na Praça da Matriz, o tradicional Arraial Junino completou este ano 52 anos de história, mantendo a tradição de mais de meio século. Com grande público desde sua abertura oficial dia 19 de junho, no aniversário de 83 anos de emancipação política da cidade, este ano o Arraial recebeu 60 atrações, entre Tambor de Crioula, Cacuriá, Dança do Negro, Dança Portuguesa, Quadrilha Junina, Dança Country, Boizinho do Batutinhas, Bumba-meu-boi de todos os sotaques, com destaque para o Boi Estrela de Bequimão, Terecô, Dança do Carimbó, Dança da Garça, Dança Indígena, Dança Gaúcha, Dança Sedução Cabocla, Dança Cigana, Além das Bandas Miragem e Mesa de Bar, e o cantor Matheus Fernandes. Mesmo com a crise que assola o país, o prefeito Zé Martins, juntamente com a Secretaria de Cultura do Município, traçou uma estratégia e conseguiu montar uma programação bastante eclética, envolvendo todos os ritmos e sotaques juninos, com brincadeiras locais e de outras cidades, unindo o útil ao agradável, valorizando a cultura local, principalmente as brincadeiras das comunidades remanescente […]
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1 de julho de 2018

WEVERTON ROCHA E O SEU PASSADO

Beneditinho – ex-SET, Weverton Rocha – ex-presidente da UMES e Pádua Nazareno-EX-SEMTUR Por Wellington Gouvêia Tudo começou assim, o senhor Weverton Rocha era um menino pobre, alguns diziam que era humilde, mas nesta foto já se sente que o garoto tem bom estilo, bom gosto, olha o relógio amarelo que até parece ouro você não acha? morador de um bairro simples como São Cristóvão, o jovem na época se candidatou para presidente da UMES, em parceria com Ivaldo Rodrigues que hoje é vereador de São Luís, eleito com o apoio do antigo prefeito da cidade, Weverton consegue se eleger como presidente da histórica entidade estudantil União Municipal dos Estudantes Secundaristas- UMES de São Luis, logo depois perdeu a UMES para Geraldina Pacheco, ex-aluna do Nerval Lebre Santiago, perdendo o cargo na justiça para Pacheco, Weverton se torna amigo pessoal de Jackson Navalhado Lago. Jackson deixa o cargo para se candidatar a governador pela primeira vez, Tadeu Palácio assume a prefeitura e tempos depois tenta nomear Weverton como Coordenador de Juventude da Prefeitura de São Luís, no mesmo dia que Tadeu nomeia Weverton como Coordenador Municipal de Juventude o mesmo começa a […]
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30 de junho de 2018

EM NOME DA BAIXADA MARANHENSE

Por: Batista Azevedo Este artigo é em nome de toda uma região – a Baixada Maranhense. Uma grande área constituída de 21 municípios que apresentam uma mesma característica: suas terras estão quase ao nível do mar. É por assim dizer uma região de terras baixas. Seus campos verdejantes misturam-se aos inúmeros lagos e enseadas, proporcionando um colorido sem fim de belezas infinitas.  O IBGE redefiniu em estudo os municípios que compõem a região da Baixada Maranhense. O número de municípios permanece o mesmo, porém não fazem mais parte da região, muito embora mantenham as mesmas características físicas e culturais, os municípios de Cajapió, Bacurituba, Bequimão e Alcântara, os quais passaram a integrar a região do Litoral Ocidental Maranhense, ao lado de Mirinzal, Guimarães, Bacuri, Cururupu, Central, Cedral, Porto Rico, Apicun-açu e Serrano do Maranhão.  Na configuração regional do estado, embora apresentem características e relevo um pouco distintos, o IBGE incluiu os municípios de Conceição do Lago-açu, Igarapé do Meio,Bela Vista e Monção, que ao lado de Santa Helena, Pinheiro, Presidente Sarney, Pedro do Rosário, São Bento, Palmeirândia, Peri-Mirim, São Vicente Férrer, São João Batista, Olinda Nova, Matinha, Penalva, Cajari, Viana, […]
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30 de junho de 2018

PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR: PRAZO DE MIGRAÇÃO ACABA EM JULHO DE 2018

O servidor público que ingressou nos poderes Executivo e Legislativo Federal antes de 07 de maio de 2013, respectivamente, com ou sem direito à integralidade e paridade, tem até o dia 29 de julho de 2018 para decidir se deve ou não migrar para a previdência complementar, que é quando vence o prazo de adesão previsto no art. 92 da Lei 13.328/16. Muitas entidades sindicais já fizeram o dever de casa e produziram estudos – considerando o perfil dos servidores por elas representados – mostrando as vantagens e desvantagens ou os riscos e as oportunidade de eventual migração nesse período. Mas a maioria, por variadas razões, que vão desde questões ideológicas até omissão, ainda não prestou os devidos esclarecimentos aos servidores, para que estes decidam com segurança sobre a conveniência de migrar ou não para a previdência complementar. O servidor que tenha incertezas quanto ao alcance de uma nova reforma da previdência – já que não existe dúvidas que virão mudanças nas regras de concessão de aposentadoria nos regimes próprio e geral – e que não tomar a decisão dentro desse prazo legal, ficará permanentemente vinculado ao regime próprio e, […]
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